terça-feira, 16 de março de 2010

Tv de papelão

Vamos fazer um programa de televisão?

Vais precisar:
- 1 caixa de cartão do tamanho de um televisor
- 1 tesoura sem bicos
- materiais de desenho – lápis de carvão, marcadores, tintas, etc.
- brinquedos para criar o cenário

Como fazer:
1. Começa por recortar o ecrã de televisão: faz um buraco na caixa, à frente

2. Desenha os botões na frente da caixa e pinta a tua televisão de cartão

3. Pensa no teu programa de televisão. O que vais fazer? Um filme, um programa de notícias? Quantos actores vais precisar? Precisas de música?

4. Escolhe os elementos do cenário, que é tudo aquilo que se vai ver no programa

5. Faz um buraco na parte de cima da televisão para poderes colocar os elementos do cenário

6. Agora que esta tudo pronto, podes fazer o teu programa de televisão. Convida alguém para assistir.

Para os teus pais:
Esta actividade ajudará a criança a reflectir sobre os programas que vê na televisão. Mesmo acompanhando, diariamente, o que a criança vê na televisão, nem sempre conseguimos perceber quais as implicações efectivas que os programas têm na sua vida emocional: assuntos que não consegue compreender ou compreende mal, coisas que lhe metem medo e ela não é capaz de explicar, etc. As actividades de faz-de-conta ajudam a criança a exprimir muitas destas emoções e, se focarmos essa actividade no conteúdo televisivo, podemos compreender alguns dos efeitos que esses conteúdos podem ter na sua vida.

segunda-feira, 15 de março de 2010

A LIÇÃO DO PANTANO

Era uma vez um riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas.
Em certo ponto de seu percurso, notou que à sua frente havia um pântano imundo,
por onde deveria passar. Olhou, então, para Deus e protestou:
- "Senhor, que castigo! Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso,
e você me obriga a atravessar um pântano sujo como esse! Como faço agora?"

Deus respondeu:
- "Isso depende da sua maneira de encarar o pântano. Se ficar com medo,
você vai diminuir o ritmo de seu curso, dará voltas e, inevitavelmente,
acabara misturando suas águas, o que o tornará igual ao pântano.
Mas, se você o enfrentar com velocidade, com forca, com decisão,
suas águas se espalharão sobre ele, a umidade as transformara em gotas que formarão nuvens,
e o vento levara essas nuvens em direção ao oceano. Ai você se transformará em mar".

Moral da história?
Assim é a vida. As pessoas engatinham nas mudanças.
Quando ficam assustadas, paralisadas, pesadas, tornam-se tensas e perdem a forca.
É preciso entrar pra valer nos projetos da vida, até que os rios se transformem em mar.
Se uma pessoa passar a vida toda evitando sofrimento,
também acabará evitando o prazer que a vida oferece.
Quantos, ao passar por tribulações, questionam a Deus e se revoltam contra Ele
sem compreender que aquela dificuldade momentânea o levará à vitória…
Há milhares de tesouros guardados em lugares onde precisamos ir para descobri-los.
Há tesouros guardados numa praia deserta, numa noite estrelada, numa viagem inesperada…
O importante é ir ao encontro deles,
ainda que isso exija uma boa dose de coragem e desprendimento.
Não procure o sofrimento.
Mas, se ele fizer parte da conquista, enfrente-o e supere-o.

Hoje, eu quero te dizer o seguinte
Não tenha medo de sofrer ou de e
Arrisque, ouse, avance na vida.
Ela e uma aventura gratificante para quem tem coragem de arriscar.

Lembre-se de que Jesus disse

Tudo é possível ao que crê.
TUDO! Até mesmo as coisas aparentemente impossíveis.

Estou lhe desejando um dia de luz e uma semana de inúmeras bênção.

Felicidades.

Um grande abração.

quinta-feira, 4 de março de 2010

ARVORE DE FREQUÊNCIA

OBJETIVO:
Incentivar a freqüência das crianças à Escola Dominical,

MATERIAL:
• Cartolina Dupla-face marron – para o desenho do tronco de uma árvore, com muitos galhos, longos e finos;
• Cartolina Dupla-face verde – cortar folhas tantas quantas se fizerem necessárias para o trimestre
• Cartolina Dupla-face parda (laranja, ocre ou beje): cortar folhas tantas quantas se fizerem necessárias para o trimestre;

MÉTODO:
• A cada domingo o professor colocará na árvore:
o uma folha verde (com o nome da criança e o n° da lição correspondente) para os alunos que estiverem presentes na Escola Dominical;
o uma folha laranja (com o nome da criança e o n° da lição correspondente) para os alunos que faltaram à Escola Dominical;
• À medida em que transcorre o trimestre, a “árvore da frequência” servirá de “termômetro” para se avaliar como está o andamento daquela sala: se a árvore estiver mais “verdinha” é que está indo bem, e se tiver com muitas folhas pardas, é como se a sala estivesse “morrendo”... Deve-se incentivar os alunos a manter aquela árvore viva....!
• Ao final do trimestre, serão retiradas todas as folhas da árvore, e serão feitas “árvores” individuais para cada aluno; Já que todas as folhas tem nome, e n°, será fácil identificá-las. Assim, cada aluno receberá uma folha com um tronco desenhado (pintado ou colado), e nele colará suas folhas (cada aluno deverá receber 13 folhas, de acordo com sua freqüência), e assim poderá analisar, como foi sua participação durante o trimestre.
• O interessante é que o aluno que teve muitas faltas, vai tentar, no próximo trimestre, ter uma árvore mais verdinha...

DICAS:
• Para saber o tamanho ideal para as folhas, faça um “c” com sua mão, utilizando os dedos polegar e indicador. Não precisa ser um “C” ‘gordinho’ demais...
• Coloque sempre o primeiro nome de cada criança (escrita com canetinha hidrocor), e coloque só o n° da lição, dentro de um círculo abaixo ou acima do nome;
• Quando for colar na árvore, utilize uma gotinha de cola ou um ‘rolinho’ feito de durex, para facilitar na hora de retirar ao fim do trimestre;
• De preferência, delimite o local da árvore, colando o tronco numa folha grande de papel cenário (tem folhas de 1 metro de comprimento);
• Cole as folhas aleatoriamente na árvore, para não parecer “artificial”... Você vai ver como vai ficar linda aquela árvore frondosa!! Ah! Não se importe de ficar algumas folhas tapando outras... é normal. O importante não é ver, por enquanto o nome dos alunos, e, sim, se a árvore está “indo bem ou não”;